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O crédito fácil:
Maior inimigo da saúde financeira não só dos casais, mas também dos solteiros. Muita gente acaba assumindo como renda própria os limites do cartão de crédito e do cheque especial. Não caia nessa armadilha! Antes de fazer qualquer gasto, avalie se você tem dinheiro em caixa para pagar à vista, mesmo que pretenda parcelar. Só compre se a resposta for um sonoro "sim".
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Parcelar supermercado e farmácia, na ilusão de que o gasto será menos pesado para o orçamento doméstico:
Essas contas devem ser pagas à vista, para que não se transformem numa dívida infinita (a cada parcela paga, uma nova parcela surge, pois despesas com alimentação e saúde são constantes).
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Casar com a corda no pescoço:
Acontece porque, no afã de quitar a casa própria o quanto antes, acaba não sobrando dinheiro para mais nada. Uma forma de evitar essa situação é pagar o imóvel mais devagar, com parcelas mais baixas.
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Não ter dinheiro em caixa para emergências:
É sempre prudente ter uma reserva para situações de desemprego ou doença. O ideal é só casar depois de levantar esse dinheiro, mas se não for possível deve-se reservar, nos primeiros meses, uma quantia fixa para esse fim.
Esse "fundo" deve ser equivalente a seis meses de gastos mensais do casal e deve ser fácil de resgatar. Investir esse dinheiro em imóveis ou carros, por exemplo, não é o mais indicado, pela falta de praticidade. Numa emergência, será necessário vender esses bens, mas não haverá tempo suficiente para conseguir um bom preço por eles.