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Natal e Dia Internacional do Voluntário

Professor Jorge Queiroz    Por Jorge A.Queiroz e Silva      
  Segunda-feira, 07/12/2020, 08h45
  Fonte: Por e-mail - De Curitiba
  Imagem: JB Treinamento em Informática | Um jeito novo de ensinar          Bandeira do Brasil

Foto: Unicef/Patrick Brown | No destaque, uma voluntária no Centro de Saúde Primário no acampamento de refugiados de Cox's Bazaar imuniza bebê de uma mãe de 18 anos, Bangladesh 2019.
Foto: Unicef/Patrick Brown | No destaque, uma voluntária no Centro de Saúde Primário no acampamento de refugiados de Cox's Bazaar imuniza bebê de uma mãe de 18 anos, Bangladesh 2019.
 
Venho pensando há anos na mensagem existente na festa celebrada pelos cristãos, chamada Natal ou festa do Nascimento do Deus Menino.

Pois bem, algo me questiona, talvez porque eu também questiono os sentidos que a festa foi tomando ao longo do tempo.

Aquilo que me chama a atenção é o fato de Cristo, Filho de Deus, se tornar um humano para salvar os humanos. Algo tão forte e ao mesmo tempo feito com tanta simplicidade que mostra o quanto as coisas divinas são assim: feitas não para serem vistas, mas, simplesmente, pela eterna persistência em Criar.

Exemplo: Uma flor no meio da mata em local onde não transitam pessoas, por que é tão bela? Pela eterna felicidade divina de criar. Talvez pensemos que tudo o que é belo tenha que ser visto. Não. As coisas do Criador têm beleza particular, vão além da estética, da dor, da tristeza, da saudade, da angústia. Nós olhamos, talvez, a beleza das cores, do bem arrumado, do bem apresentado. Ele valoriza nossa maneira de ver, mas vai muito além.

Quando o Pai enviou seu Filho ao mundo, foi para que se tornasse um de nós e nos salvasse do pecado reconduzindo-nos à vocação máxima, à Filiação divina, fonte de felicidade.

Isso nos esclarece do quanto nós podemos ser Criadores. Criarmos sentido para nós mesmos ao fazermos alguma coisa para melhorar o mundo. E, como fez o Criador, fazermos um envio de nós mesmos para salvar nem que seja alguém da tristeza de nunca ter sido feliz. Naquele momento estaremos fazendo o Natal.

No cenário do Natal estão Maria e José, que viabilizaram a vinda do Messias. E, com o nascimento de Jesus, personagens ilustres passaram a compor a cena da estrebaria abençoada, os pastores, as ovelhas e os reis magos.
Os pais terrenos de Jesus precisavam de coisas materiais, ouro, incenso e mirra, a lã para aquecer o pequeno e a amizade dos pastores.

Esses três elementos são necessários também na missão de levar alguma salvação a alguém: ofertar coisas materiais, ofertar a amizade, a dedicação e o apoio para que aquilo que é criado se desenvolva.

Ora, um Natal assim é mais pleno. Entre tantos testemunhos do dia a dia, o testemunho de cerca de um bilhão de voluntários no Planeta, que participam da vida de alguém, bem de perto, criando laços sociais e dando voz a grupos que vivem à margem da sociedade e vulneráveis:

De acordo com a ONU, todos os dias, cerca de um bilhão de voluntários fazem a diferença para as pessoas e comunidades onde vivem e trabalham.

Este ano, o Dia Internacional do Voluntário, marcado em 5 de dezembro, destaca os voluntários que contribuem para a inclusão e o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 10, reduzindo a desigualdade dentro e entre os países. (ONU News).

Como a flor naquela mata isolada, jamais alguma pessoa saberá se eu estou ou não fazendo algo de bom para alguém. A exemplo do Criador, simplesmente crio forças, apoio, persevero e somo minha fé com a dos voluntários, para "salvar" um ser humano de algo que o incomoda.

Acredite, Renascer, Criar e Salvar, desse jeito, nos aproxima do Criador e do Salvador.

Feliz Natal!

  Jorge Antonio de Queiroz e Silva Historiador, palestrante, professor.



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