Lembranças de Vinicius de Moraes

Rememoram-se 40 anos de falecimento de Vinicius de Moraes (19 de outubro de 1913 a 9 de julho de 1980), porém ele continua vivo no imaginário social, na diplomacia, na dramaturgia, na poesia, no canto e na composição, só para dizer alguns dos seus talentos. (Prof. Jorge Queiroz)

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Eleições 2020 – Duplo Interesse

Grupos mandatários da gestão atual fazem pedidos para o adiantamento das eleições, enquanto que os de oposição não abre mão das eleições este ano. Com razão, tem administração insuportável e prorrogar esse martírio da população não é justo.

Pandemia e educação

O novo coronavírus, motivo da pandemia global, altera a vida das pessoas, em âmbito individual e profissional, a exemplo da alteração que ocorre na educação do ensino básico. (Texto Prof. Jorge Queiroz)

Sergio Moro em três momentos

Enumero três momentos da vida de Sergio Fernando Moro, natural de Maringá - PR (10 de agosto de 1972), ex-ministro da Justiça, ex-magistrado, professor universitário. (Texto Prof. Jorge Queiroz)

Massacre do Centro Cívico completa cinco anos

Aos 29 de abril de 2015, educadores (as) do ensino básico e universitários (as) estaduais e estudantes, em greve, repudiavam o Projeto de Lei 252/2015, encaminhado por Beto Richa, ex-governador do Paraná (janeiro de 2011 a abril de 2018) e réu em ações por inúmeros crimes, à Assembleia Legislativa, que alterou a ParanaPrevidência. (Texto Prof. Jorge Queiroz)

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A Peste e Decameron

Professor Jorge Queiroz    Por Jorge A.Queiroz e Silva      
  Domingo, 29/03/2020, 11h50
  Fonte: Por e-mail
  Imagem: JB Treinamento em Informática | Um jeito novo de ensinar          Bandeira do Brasil

Imagem: Albert Camus, Prêmio Nobel de Literatura de 1957, autor de A Peste. Credito da imagem: Folha de São Paulo.
Imagem: Albert Camus, Prêmio Nobel de Literatura de 1957, autor de A Peste. Credito da imagem: Folha de São Paulo.

Em meio ao confinamento por causa da pandemia do Coronavírus (COVID-19), indico as leituras de dois livros que alimentam a inteligência, ocupam o tempo, contribuem com o entendimento de outras tragédias que levaram ao passamento de milhares de pessoas e possibilitam análises à luz do contexto atual.

Na primeira indicação, o livro Decameron, tendo por cenário a peste bubônica, conhecida como peste negra, que dizimou um terço da população europeia, entre os anos 1347 e 1350, Giovanni Boccaccio (1313-1375) apresenta uma coleção de 100 novelas relatadas por jovens que procuravam se proteger da peste. Leiamos trecho dessa obra-prima:

(...) E a peste ganhou maior força porque dos doentes passava aos sãos que com eles conviviam, de modo nada diferente do que faz o fogo com as coisas secas ou engorduradas que lhe estejam muito próximas. E mais ainda avançou o mal: pois não só falar e conviver com os doentes causava a doença nos sãos ou os levava igualmente à morte, como também as roupas ou quaisquer outras coisas que tivessem sido tocadas ou usadas pelos doentes pareciam transmitir a referida enfermidade a quem as tocasse.

As pessoas que estavam em bom estado de saúde fugiam amedrontadas, porém muitas morreram por displicência.

Na segunda indicação, A Peste, romance de Albert Camus (1913-1960), tendo como pano de fundo a epidemia oriunda dos ratos, na cidade de Orã, Argélia, no continente africano.

Camus, que estudou a história de inúmeras pestes, usou a alegoria, figura de linguagem, uma vez que a cidade de Orã lembra o domínio nazista na Europa da Segunda Guerra Mundial.

Essa linguagem metafórica é traduzida como forma de resistência ao totalitarismo, às pandemias que, de fato, ocorrem periodicamente e trazem desgraças, porém ensinam.

Jorge Antonio de Queiroz e Silva, historiador, palestrante, professor.


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