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Modernidade Líquida e Sociedade do Cansaço

Professor Jorge Queiroz    Por Jorge A.Queiroz e Silva      
  Segunda-feira,28/09/2019, 08h50
  Fonte: Por e-mail
  Imagem: JB Treinamento em Informática | Um jeito novo de ensinar          Bandeira do Brasil

Credito da imagem: Marco Melgrati.
Crédito da Imagem: Marco Melgrati


Observam-se pessoas narcisistas, depressivas, preconceituosas, reprodutoras de Fake News, com tendências ao suicídio, além de uma sociedade extremamente desigual.

Diante desse quadro cinzento e doentio, sugiro as leituras dos livros Modernidade Líquida, do sociólogo polonês Zygmunt Bauman (1925-2017), e Sociedade do Cansaço, do filósofo contemporâneo alemão, mas natural da Coreia do Sul, Byung-Chul Han.

De acordo com Bauman, a sociedade moderna supervaloriza o efêmero, contribuindo com as perdas nos relacionamentos interpessoais, ou seja, os relacionamentos não têm durabilidade, são líquidos. As redes sociais, por exemplo, privilegiam a quantidade e não a qualidade das convivências afeiçoadas, cujos resultados são os distúrbios sociais que se avolumam.

Para Han, as redes sociais contribuem para a enganosa impressão da euforia, a partir do acúmulo de "curtidas". Ele explicita, ainda, que a sociedade moderna está muito absorvida com o contexto profissional, por isso ela se deixa explorar na ânsia de executar as atividades com o melhor desempenho possível, o que propicia o surgimento da doença Síndrome de Burnot, entre outras de caracteres psicológicos.


  Jorge Antonio de Queiroz e Silva é historiador, palestrante, professor.




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