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Situação trágica e vergonhosa leva servidores à greve

Professor Jorge Queiroz    Por Jorge A.Queiroz e Silva      
  Domingo, 16/06/2019, 09h05
  Fonte: Por e-mail
Bandeira do Brasil

Crédito da imagem: Federação dos Metalúrgicos do Paraná.
Crédito da imagem: Federação dos Metalúrgicos do Paraná.
Cid Cordeiro: "A situação fiscal do governo permite atender o pedido do funcionalismo e não oferece risco às contas públicas".


Educadores (as) da rede estadual de ensino, em Assembleia neste sábado, 15, decidiram que entrarão em Greve em 25 de junho por tempo indeterminado.
           
Era de se esperar essa posição extrema dos servidores (as), pois, insatisfeitos (as), vêm cobrando de Ratinho Junior, atual governador do Paraná, a reposição salarial de mais de três anos de atraso, totalizando 17,2%, sem retorno.
           
A reivindicação é de 4,94%, o que condiz com a inflação dos últimos 12 meses, além da proposta para a quitação do pagamento dos atrasados.
           
Hermes Leão, presidente da APP-Sindicato, desabafa: "Já são quase quatro anos de sacrifício dos servidores. Não estamos pedindo aumento, é apenas a reposição das perdas da inflação."
           
A situação é tão trágica e vergonhosa que já passa de oito mil o número de funcionários e funcionárias que recebem abaixo do salário mínimo regional do Paraná, cujo valor é R$ 1.306,80.
               
Cid Cordeiro, economista e consultor do Fórum das Entidades Sindicais (FES) explica, a partir da evolução do índice de gasto com pessoal em relação à receita corrente líquida, que o gasto com servidores é o menor em 10 anos.
              
"A situação fiscal do governo permite atender o pedido do funcionalismo e não oferece risco às contas públicas", conforme Cordeiro.
               
Os (as) educadores (as) não estarão sós. Profissionais da saúde e segurança, entre outros, também sofrem com o descaso do governo. A greve será unificada.
                 
Pauta unificada
 
Pagamento da Data-base;
Retirada do Projeto de Lei Complementar 4/2019 da ALEP que destrói a carreira do funcionalismo público estadual;
Abertura de concurso público;
Defesa da Previdência Pública;
Humanização da perícia médica no Estado;
Melhores condições de atendimento da saúde dos (as) servidores (as); Garantia do direito de greve e retirada das faltas atribuídas ilegalmente;
Concessão de licenças especiais. (Fonte: APP-SINDICATO).

  Jorge Antonio de Queiroz e Silva, historiador, palestrante, professor.

   

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