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Livro de Frei Miguel em versão italiana

Professor Jorge Queiroz    Por Jorge A.Queiroz e Silva
  Domingo, 05/05/2019, 18h30
  Fonte: Por e-mail
Bandeira do Brasil

Imagem: Capa do livro em versão italiana

Imagem: Capa do livro em versão italiana


Estou muitíssimo feliz pela edição do livro Frei Miguel Bottacin, capuchinho: seu testemunho cristão e franciscano, editora Vicentina, 2002, de minha autoria, em versão italiana.
           
Agradeço, de coração, aos padres capuchinhos da Província São Lourenço de Brindes, a Parrocchia S. Maria Immacolata Loreggiola e Comune di Loreggia pelo presente e reconhecimento do meu trabalho.
           
Frei Miguel, uma das figuras centrais da manifestação da religiosidade católica, era de origem italiana e veio para o Brasil para desenvolver apostolado evangelizador. Dom Pedro Fedalto, Arcebispo Emérito de Curitiba, relata que:
 
Frei Miguel Hilário Bottacin (1921-1997) era muito procurado, dedicava-se como confessor, tinha convicção profunda de sua vida religiosa e sacerdotal, cumpria bem seu dever de pároco da Vila Nossa Senhora da Luz da Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e na capela São Leopoldo Mandic.
             
Após a morte, seu túmulo continua recebendo pedidos para que interceda junto ao Criador, uma vez que sua presença se mantém no imaginário social. Em outras palavras, sua presença está ali tão viva como se continuasse rezando, se locomovendo, confessando, aconselhando, sorrindo ou observando, como aparece na foto da capa do livro.
           
A lembrança que permanece é a daquele sacerdote que foi ao encontro de todos os tipos de pessoas com suas diferentes necessidades.
           
Quanto à composição do livro, para os relatos e a história da presença do frei, parte-se do presente para o passado, do local para o global, e desperta os leitores para a consciência de que não estão sozinhos, pois, no mundo globalizado, a dimensão do local lhes dá a dimensão de comunidade que se torna referência, quando todas as demais referências desaparecem. 

          
A circularidade da cultura requer humildade e atenção para entender que a cultura flui da vida de todos, circula entre todos e enriquece a todos. Aliás, esse foi um dos maiores segredos de frei Miguel.
           
Como o anjo São Miguel, ele viveu sua missão: conduzir as pessoas ao caminho reto para serem felizes.

  Jorge Antonio de Queiroz é historiador, palestrante, professor.



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