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Efeito Social das Redes Sociais

   Por Joaquim B. de Souza, Editor
  Sexta-feira, 05/04/2019, 09h30 
  Fonte: Da Redação

Bandeira do Brasil

Crédito da imagem: faziapoesia.com.br
Crédito da imagem: faziapoesia.com.br

As redes sociais se tornaram grandes aliados de políticos, empresários e quaisquer internautas. Obviamente que, a natureza do uso tem muito a ver com a índole de cada um.

Grandes potências tiveram seus candidatos eleitorais beneficiados pela exploração das opiniões nas redes sociais, inclusive com a propagação exacerbada das denominadas "fake news". Estados Unidos são exemplos disso! Até hoje se discute se Donald Trump foi ou não beneficiado pelas notícias falsas. O grande feito das notícias falsas é o apelo ao emocional do leitor e a falta de verificação se o conteúdo não passa de boato ou é verdadeiro.

O Brasil é outro exemplo de propagação de notícias falsas pelas redes sociais. É da natureza dos brasileiros darem ouvidos a fofocas, daí as "fake news" se tornou um prato cheio para políticos embusteiros e empresários desonestos. São raríssimas as pessoas que confrontram a veracidade de uma notícia antes de compartilhar, comentar ou curtir. Há quem acredita que o atual presidente, Bolsonaro, se beneficiou com publicações falsas criadas por seus eleitores e empresários. Entretanto, até isso pode ser falso. Pois, tudo virou lado político! Portanto, tratando-se de redes sociais deve-se checar antes de redistribuir.

Para o cidadão de senso comum, mesmo sabendo que a difusão de notícias falsas, as "fake news", pode interferir de maneira repulsiva em diversos setores de uma comunidade, principalmente no meio político, muitos não o fazem por maldade, má fé, mas fazem por curiosidade que pode criar uma reação em cadeia!

Porém, muitos mesmo sabendo que essas "fake news" têm o propósito de legitimar uma ideia, uma tese, acreditam que sua inverossimelhança não cabe, o que passa contar é apenas o seu poder viral.

O problema é maior e grave quando essas publicações disseminam o ódio e a violência. Temos vistos inúmeras ofensas pessoais nas redes sociais, como também ameaças por conta das "fake news". Atualmente, muitos acreditam mais nas redes sociais do que nos meios de comunição institucionalizadas ou nas grandes mídias, na grande imprensa.

Um político, por exemplo, não poderá dizer o que quer num JN (sic) que será desmentido, assim como em outros telejornais. Mas nas redes sociais seus seguidores cuidarão que a publicação se espalhe, mesmo que possa existir nela algumas inverdades.

Outro fato interesse nas redes sociais é a não aceitação do contraditório. Internautas mais afoitos querem porque querem destruir as opiniões contrárias, muitas vezes com xingamento. Porém, não somos obrigados e nem devemos compartilhar com o radicalismo, e "bloquear" e "desfazer amizade" tem sido grandes ferramentas para nos livrarmos desses chatos, radicais e inoportunos.

O presidente Bolsonaro faz uso das redes sociais para emitir suas opiniões, aquelas que na grande imprensa seriam questionadas. Recentemente, Sério Moro, Ministro da Justiça criou um perfil no Twitter para disseminar seus projetos de combate a violência, corrupção, etc., pois, também na grande mídia seria questionado. Nas redes sociais, a publicação ganha força através de seguidores fiéis que compartilham e curtam sem nenhum questionamento.

Redes sociais quando bem utilizada para bons propósitos são ferramentas importantes para a propagação do conhecimento e das notícias verdadeiras, podendo contribuir com benefícios primordiais para todos os seus usuários!



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