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Imbróglio da reforma da previdência

   Por Joaquim B. de Souza, Editor
  Quinta-feira, 04/04/2019, 13h40 
  Fonte: Da Redação
                   
Bandeira do Brasil

Segundo se tem noticiado nos meios de comunicação que ainda atua com certa liberdade de expressão, sem ameaças do governo que sucedeu o mandato tampão de Michel Temer, a proposta da reforma previdenciária vai cortar pensões a desvinculando do salário mínimo nacional e reduzindo até 50% do seu valor.

Imagem: reprodução/Google/cursoderedacao.net
Imagem: reprodução/Google/cursoderedacao.net

O também tem assustado os pensionistas e a notícia de que o valor da pensão vai deixar de ser integral, podendo ser reduzida à metade, apenas com acréscimo de 10% por dependente. Nesse eixo estão incluídos o setor público e o privado. Atualmente, é possível acumular pensão e aposentadora, entretanto, a partir da reforma isso não mais será possível. O beneficiário poderá optar pelo benefício de valor maior. Mesmo não faria sentido optar por um valor menor.

Trabalhador rural na mira do governo

Atualmente, o trabalhador rural não contribui para a Previdência, porém, mesmo assim usufrui dos benefícios previdenciários, como segurado especial, idoso, deficiente. A partir da reforma, os trabalhadores rurais terão que contribuir com 5%¨, equiparado aos microempreendedores. Outra mudança importante é que a idade mínima para aposentadoria também passa para 65 anos, como de outras categorias, para homens e mulheres.

A proposta será apresentada as centrais sindicais

Na tentativa de convencer à classe trabalhadora da necessidade dessa reforma, a proposta será apresentada às centrais sindicais e às confederações. Portanto, como amplamente divulgado, a reforma fixa a idade mínima em 65 anos, dessa maneira, um trabalhador que ingressar no mercado de trabalho aos 16 anos, terá que contribuir 49 anos com a previdência. A proposta absurda inclui gatilhos de autonomia do executivo alterar a idade mínima sem passar pelo Congresso Nacional. Espera-se, no mínimo, uma reação dos sindicatos contra essas medidas tão absurdas!

Alguns partidos políticos tiveram reações de insatisfação com a proposta: Kassab (PSD) e Alckmin (PSDB) dizem não garantir a provação da reforma depois do encontro com o presidente Bolsonaro, com duras críticas ao texto da reforma.


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