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A prisão de Eduardo Cunha será o fim da seletividade?

Por Joaquim B. de Souza - sábado, 22/10/2016, 10:00

Imagem: Reprodução/Blog Enio Verri
Imagem: Reprodução/Blog Enio Verri
A operação Lava Jato há tempo tem seu nome arranhado devido à seletividade como tem tratado os citados nas deleções premiadas. Sempre com um peso maior quando os citados têm legações com o PT, reclamam sempre os petistas. Tudo começou com a NSA americana invandindo computadores do governo brasileiro e da Petrobras, em 2013. Barak Obama tinha conhecimento.

A prisão de Eduardo Cunha nesta quarta-feira (20/10) ainda que para muitos ainda seja uma forma de chegar até Lula, segundo opiniões de muitos, o principal objetivo é encontrar motivos para a prisão do ex-presidente. Pois, para muitos não estão combatendo a corrupção e sim o PT para evitar que ele ressuscite nas urnas em 2018.

Porém, outros menos céticos com a operação acredita que uma possível deleção de Eduardo Cunha possa atingir inúmeros parlamentares. Todos os meios de comunicação amanheceram nesta quinta-feira (20/10) repleta de especulações, chegando alguns desses noticiários afirmarem que centenas parlamentares estão apreensíveis com a possibilidade de serem citados devido ao apoio para a ascensão do ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Até a apreensão do Palácio do Planalto fora citada nesses noticiários, pois teme numa possível delação atingir a cúpula de Temer no governo, como o próprio Michel Temer. A preocupação faz sentido, uma vez que, a imprensa dá conta de que Temer e Cunha eram parceiros políticos e juntos participaram do golpe que derrubou Dilma Rousseff eleita com mais de 54 milhões de votos.

Segundo os noticiários, líderes do PT celebraram a prisão de Cunha, principalmente por causa de sua participação no golpe que derrubou o governo petista. Entretanto, estão apreensíveis por acreditarem que a prisão de Cunha possa ser uma manobra para pegar Lula, assim, Sérgio Moro, se livraria das críticas de prender somente pessoas com ligações com o PT, como já foi inúmeras vezes chamado de seletivo.

Pelos telejornais vimos líderes de partidos com ligações ao atual governo com um sorriso amarelo em tom de Praça é Nossa afirmarem "nada a ver". Mas no fundo sabem que Eduardo Cunha é uma bomba relógio que pode explodir a qualquer momento.




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