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Eleições 2014, a guerra dos sexos - Parte I

Por Joaquim B. de Souza - Domingo, 26/10/2014, 11:45hs

Segundo os livros de histórias, a eleição presidencial do Brasil de 1894, em 1º de março, foi a primeira eleição direta do país. Na época o País já estava dividido, tanto que os estados da Região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) não participaram devido à Revolução Federalista (1893-1895).

Contudo, essa eleição foi o marco final da República da Espada (1889-1894) dos governos militares de Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto A partir desse ponto, deu-se o início da República Oligárquica (1894-1930) dos governos civis que representaram os interesses dos grandes cafeicultores, os chamados barrões do café.

A eleição presidencial brasileira de 1930 foi a última eleição da República Velha (1889-1930). Júlio Prestes foi eleito, mas não chegou a tomar posse por causa da Revolução de 1930. Nessas eleições não tinha voto feminino, de analfabetos, de religiosos e de militares.

Nessas eleições, o voto não era secreto, e era determinado pelos coronéis.  Portanto, os coronéis praticavam a fraude eleitoral obrigando as pessoas a votarem em determinado candidato. São os chamados votos de cabresto.

Era Vargas - (Reprodução/Wikipedia)A Revolução de 1930 foi um movimento armado liderado pelos estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul, que culminou com o Golpe de Estado de 1930, depondo o presidente Washington Luís, em 24 de outubro de 1930, impedindo a posse do presidente eleito Júlio Prestes. Chega ao fim a República Velha.

E o regime ditadorial de Getúlio Vargas durou até 1945. Getúlio implantou o período do Estado Novo (1937-1945), que impõe uma nova constituição, em um golpe de Estado autoritário, e diluindo o congresso, assumindo poderes ditatoriais com o objetivo de perpetuar seu governo. Durou até 1945 quando foi deposto através de um Golpe Militar.

Entre militares, civis e militares, chega-se novamente as eleições diretas para presidência da República, em 1989, elegendo-se Collor de Melo, que se manteve no poder apenas no período de 15 de março de 1990 a 2 de outubro de 1992, quando foi deposto em um processo de impeachment.

Collor representava o interesse econômico das grandes mídias, entre elas, a principal: a Globo. Essa emissora produziu uma imagem fantástica do jovem promissor, do Estado de Alagoas, usando até de falcatruas em debates para denegrir a imagem de seu oponente, o Lula, durante o processo eleitoral. Mas o engodo durou pouco. (continua...).

(Fonte: Dicionário TUDO e Wikipedia/Web)

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