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Grandes Líderes e o Enigma do Poder

Por Joaquim B. de Souza - sexta-feira, 10/10/2014, 15:30hs

O mundo ficou estupefato quando Lech Walesa um ativista dos direitos humanos e fundador do sindicato Solidariedade, na comunista Polônia, chegou à presidência do País, na década de 90, abrindo caminho também para o Brasil dar posse anos depois a um sindicalista.

Entretanto, a passagem de Walesa pela presidência foi uma única vez, não conseguindo se reeleger e, quando quatro anos mais tarde voltou a se candidatar, perdeu novamente. Embora tenha sido um homem homenageado (Grande-Colar da Ordem da Liberdade, Grande-Colar da Ordem do Infante D. Henrique, além de Prêmio Nobel da Paz) pelos grandes avanços para a liberdade do país, antes governado sob uma mão de ferro, e pelas conquistas de eleições livres, sua trajetória no poder foi efêmera.

A Polônia, com uma população com cerca de 39 milhões de pessoas é 34º país mais populoso do mundo, e o sexto membro mais populoso da União Europeia e o Estado pós-comunista mais populoso da União Europeia" (wiki). Atualmente, passa despercebida no cenário mundial.

No Brasil, Lula foi o maior representante da classe trabalhadora e grande líder sindical, do Partido dos Trabalhadores (PT) que também chegou à presidência da república após muitas lutas contra o regime militar e a direita conservadora. Porém, foi mais longe do que Lech Walesa.

Lula se reelegeu e fez sua sucessora Dilma Rousseff. Entretanto, essa liderança também dá sinal de cansaço e o Partido dos Trabalhadores (PT) perde força diante aos ataques diretos das grandes mídias que lutam há doze anos para eleger um candidato que represente a direita conservadora brasileira.

Provavelmente, com a alternância do poder, e não mudança como afirma o candidato tucano, as grandes conquistas de projetos de interesse social e da própria classe trabalhadora podem ruir e o Brasil retroceder ao distante 2002, voltando o governo em mãos antigas e vivenciar tudo que já foi vivenciado naqueles tempos.

Os grandes líderes passam e o país sempre se recontroi sob nova égide de um futuro melhor, futuro esse que jamais chega para uma classe que teima ser subserviente e não tira proveito das oportunidades para realizar as mudanças desejadas - nunca a aceitação da alternância do poder.



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