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As urnas das eleições brasileiras - Parte I

Alamar Régis Carvalho

Peço aos meus amigos leitores atenção para este artigo, dada a seriedade do fato que vou abordar aqui. Tudo o que diz respeito ao nosso País é algo que deve merecer a nossa melhor atenção e o indispensável alerta de toda a população.

Todo mundo sabe que quem traça os destinos do país são os políticos, quem administra o país, bem ou mal, são os políticos e são eles quem vão decidir sobre o nosso futuro, se será feliz ou trágico.

Eles podem levar o Brasil a uma guerra, inclusive com um país muito mais poderoso, do ponto de vista bélico, proporcionando daí muita morte e destruição do seu povo, como acontece em vários países governados por insanos. Com certeza os filhos e parentes deles não morrerão nos conflitos (...). Então, queiramos ou não, preocupar-nos com a formação política do país é algo seríssimo e todo brasileiro tem que entender o máximo que lhe for possível acerca disto.

Pra começar, perguntemos:

Quem é que elege os políticos que vão governar o município, o estado e o país, assim como os parlamentares para as Câmaras de Vereadores, Assembléias Legislativas, Câmara e Senado Federal? Você respondeu que é o povo? Se respondeu, errou.

Mas como, Alamar. Quem elege os políticos é o povo, sim senhor! Não. Quem elege os políticos são os números dos computadores do TSE. Não, os computadores do TSE não elegem ninguém, eles apenas fazem as contagens dos votos que o povo dá aos candidatos. Você tem certeza disto? Sabe do que está falando?

Pois bem. É sobre isto que eu quero falar neste artigo, com a experiência de quase trinta anos lidando com computadores, como programador e Analista de Sistemas, que, inclusive já disse NÃO, duas vezes, para dois governadores de um determinado estado que me convidaram para ser Presidente do Centro de Processamento de Dados do estado, cargo aquele que ninguém recusa.

Dr. Paulo Brossard - Crédito foto Alamar RégisFalo isto com autoridade de alguém que há 26 anos, muito jovem, discursou no auditório Tancredo Neves do Ministério da Justiça, em Brasília, diante do então Ministro da Justiça Dr. Paulo Brossard, (foto lado esquerdo), do Superintendente da Polícia Federal, Dr. Romeu Tuma (foto abaixo a esquerda) e a platéia lotada, composta principalmente por todos os secretários de Segurança Pública e Comandantes de Polícias Militares de todos os estados do País, e propôs, naquela época, um modelo de carteira de identidade do cidadão que tivesse tarja magnética e todo os dados gravados em um grande banco de dados nacional, acessados de qualquer parte do País.

Romeu Tuma - Crédito foto Alamar RégisNa oportunidade, (...) inclusive elementos convidados do SERPRO, Serviço Federal de Processamento de Dados, que eu pedi ao senhor Ministro da Justiça que os convocassem para aquela reunião, vieram dizer que eu estava ocupando o espaço da tribuna do Ministério com utopias, que aquilo era impossível e que jamais seria viável no Brasil.

Pois é gente, aquilo que o Alamar disse naquele momento, que aqueles (idiotas) disseram que seria utopia e algo impossível de ser implantado no Brasil, e que nunca seria viável, está sendo implantado agora, que são as novas cédulas de identidade com chip, exatamente o projeto que eu apresentei ao Brasil, há 26 anos.

Então eu não estou aqui brincando, como um simples articulista que escreve o que quer, que fala com base no ouvi dizer e que sai chutando, aproveitando-me da ignorância natural das pessoas em uma determinada área, já que nem todo mundo é obrigado a entender de informática e processamento de dados.

Aproveito para informar a alguns petistas que não estou falando coisa que li na "Revista Veja" ou vi na "Rede Globo", já que sei que essa visão estreita certamente, mais uma vez, vai ser a forma como muitos deles avaliarão este meu documento.

O problema das nossas urnas é sério

Muito mais sério do que você pode imaginar. Ninguém tem como saber se os números apresentados ao Brasil pelo TSE correspondem à verdade e se é aquilo mesmo que o povo votou.

Peraí, Alamar, você está levantando dúvidas sobre a moral do senhor Ministro do Tribunal Superior Eleitoral? Não, nada disto. Quem foi que disse que as "possíveis" malandragens que podem ocorrer com o sistema partiriam de ordem dos ministros?

Creio até que eles nem saberiam o que acontece, pois que para eles é informado que o sistema é infalível, tem segurança total e absoluta probabilidade de falha. Passam sempre que o sistema é perfeita.

Dizem até que é o melhor sistema que existe NO MUNDO, já que o brasileiro é o bicho mais presunçoso e metido a besta que existe: Dizem que nossas leis trabalhistas são as melhores do mundo, imaginem que absurdo, mas dizem; dizem também que nosso sistema de previdência é o melhor do mundo, mesmo (sob queixas) dos aposentados e pensionistas.

Não vamos muito longe, o Lula (...) sugeriu para o Barack Obama implantar o SUS nos Estados Unidos!!! Não estou brincando não, gente, é verdade, a imprensa mostrou. O nosso conceito lá fora é de um dos países mais ridículos do mundo, exatamente por essas coisas. Mas vamos analisar então o problema da nossa urna, que é isto que interessa.

Mas atenção: Não forme a sua conclusão pelo que o Alamar está escrevendo aqui, pra você não ficar também que nem uma besta partidária, cuja "inteligência" é manipulada pelo que quer o partido. Raciocine bem nos argumentos, faça a sua análise e tire conclusões pela sua própria cabeça.

Continua...

(Fonte: Alamar Régis Carvalho - Analista de sistemas,
escritor  - www.alamarregis.net)


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