DIABETES
Protocolo com Implante de Células-tronco e PRP

A American Diabetes Association relata que a diabetes é uma das doenças que mais rapidamente cresce no mundo. Atualmente, a diabetes afeta 16 milhões de pessoas nos Estados Unidos. Outras 14 milhões de pessoas têm diabetes em potencial, ou correm um alto risco de desenvolver diabetes, ainda não diagnosticada. Em todo o mundo, esta epidemia reivindica mais de 100 milhões de vidas anualmente. Nos Estados Unidos, a diabetes é a sétima maior causa de mortes. A diabetes também é uma das principais causas de cegueira em adultos, falência renal, arteriosclerose, doenças cardiovasculares, envelhecimento prematuro, obesidade e síndrome X(The American Diabetes Assciation, 2005).

A diabetes de Tipo II é uma diabetes não dependente de insulina que se desenvolve nas etapas mais adiantadas da vida; nos EUA frequentemente é chamada "adult-onset", e no Brasil também é denominada "Diabetes do Adulto". A maioria das pessoas com diabetes do Tipo II não mostra sinais da sua doença, até que seja tarde demais.

Na Terapia com o Implante de Células-Tronco as células-tronco mesenquimais homólogas, autólogas, empregadas para implante na Clínica Gerobasso, na diabetes tipo l e ll, são feitas com o intuito de fazer com que o pâncreas volte a ser suficiente na produção de insulina. Quando este hormônio está deficitário...na diabetes tipo l onde há a falência do órgão em produzir insulina, o implante é feito por via sanguínea periférica e também na região da cabeça do pâncreas. Na diabetes tipo ll onde o que mais se verifica é a resistência da insulina aumentada e ou a intolerância da glicose...aplica-se a mesma terapia com alguma diferenças no preparo dietético pré e pós implante de células-tronco...em ambos os casos os resultados são muito bons.


Evolução do Tratamento para Pé de Paciente Diabético com Regeneração de tecido necrosado


O pé diabético é uma complicação crônica da diabetes mellitus, caracterizada pela presença de úlceras, gangrenas e posterior amputação das extremidades inferiores, ocasionando ao paciente diferentes graus de incapacidade.
O pé diabético é causado devido ao aumento da glicose no sangue provoca uma infecção dos nervos periféricos. No começo é sensível e altera a percepção de dor, da temperatura e logo da sensibilidade.
Logo afeta a coordenação motora e leva a diminuição da massa muscular e a deformação do pé. E como também afeta o sistema nervoso autônomo a pele resseca e aparecem fissuras. Como o paciente não tem dor no inicio da infecção do pé diabético, estas lesões iniciais se espalham e produzem úlceras.

O tratamento com uso de PRP+Ozonoterapia+Medicina Hiperbárica, para levar oxigênio àqueles tecidos que não recebem mais oxigênio (pé) e dessa maneira evitar a gangrena e amputação. Ao mesmo tempo diminuir o inchaço(edema), favorecendo a formação de novos capilares que vão levar mais sangue e mais oxigênio aos tecidos comprometidos e aumentar as defesas imunológicas. O tratamento possibilitou em aproximadamente 1 mês de tratamento a regeneração dos tecidos e ainda não finalizou, o paciente ainda encontra-se em evolução com o tratamento até que alcance a completa regeneração.

 

Tratamento Pé Diabetico